Metodologia SCRUM

O que é SCRUM?

Scrum é um framework Ágil utilizado para a gestão do desenvolvimento, um processo iterativo e incremental para desenvolvimento de qualquer produto ou gerenciamento de qualquer trabalho.

Scrum é uma metodologia ágil para gestão e planejamento de projetos de software. É uma ferramenta que pode ser usada para diversos projetos, como uma campanha, um planejamento, para filmes e até produção de livros. 

❖ É criada equipes para desenvolver cada parte de projeto para entregar resultados.

❖ É um mapa visual igual o canvas, a diferença é que ele é utilizado para gestão e desenvolvimento, para tirar do papel, em vários passos. 

❖ O foco do Scrum é nos indivíduos, interações, software funcionando, relacionamento com o cliente, respostas e mudanças. 

❖ o Scrum tem prazo de validade, assim como um projeto, em começo meio e fim. 

❖ Ex. O scrum é um método de colocar os tópicos do canvas em ação.

 

Pilares do SCRUM

◆ Transparência – Todos devem ter visão de todo o trabalho; 

◆ Inspeção – Precisa saber diariamente como estão os processos; 

◆ Adaptação – Todos os aspectos devem ser adaptáveis.

 

Termos técnicos do Scrum

Sprint

É o nome dado para os ciclos de cada projeto. Em geral, são ciclos mensais e são determinados para que as tarefas sejam realizadas.

Product Backlog 

O Backlog do Produto é uma lista contendo todas as funcionalidades desejadas para um produto. O conteúdo desta lista é definido pelo Product Owner. O Product Backlog não precisa estar completo no início de um projeto. Pode-se começar com tudo aquilo que é mais óbvio em um primeiro momento. Com o tempo, o Backlog cresce e muda à medida que se aprende mais sobre o produto e seus usuários.

Sprint Planning Meeting

O Sprint Planning Meeting é uma reunião na qual estão presentes o Product Owner, o Scrum Master e todo o Time, bem como qualquer pessoa interessada que esteja representando a gerência ou o cliente. Durante o Sprint Planning Meeting, o Product Owner descreve as funcionalidades de maior prioridade para a equipe. A equipe faz perguntas durante a reunião de modo que seja capaz de quebrar as funcionalidades em tarefas técnicas, após a reunião. Essas tarefas irão dar origem ao Sprint Backlog. Coletivamente, o Time e o Product Owner definem um objetivo para o Sprint, que é uma breve descrição daquilo que se tentará alcançar no Sprint. O sucesso do Sprint será avaliado mais adiante no Sprint Review Meeting em relação ao objetivo traçado para o Sprint. 

Sprint Planning Meeting – 2

Depois do Sprint Planning Meeting, a equipe Scrum se encontra separadamente para conversar sobre o que eles escutaram e decidir quanto eles podem se comprometer a fazer no Sprint que será iniciado. Em alguns casos, haverá negociação com o Product Owner, mas será sempre responsabilidade da equipe determinar o quanto ela será capaz de se comprometer a fazer.

Sprint Backlog 

O Sprint Backlog é uma lista de tarefas que o Time se compromete a fazer em um Sprint. Os itens do Sprint Backlog são extraídos do Product Backlog, pela equipe, com base nas prioridades definidas pelo Product Owner e a percepção da equipe sobre o tempo que será necessário para completar as várias funcionalidades. Cabe a equipe determinar a quantidade de itens do Product Backlog que serão trazidos para o Sprint Backlog, já que é ela quem irá se comprometer a implementá-los. 

Daily Scrum

Essa é uma reunião diária para acompanhamento do projeto. A ideia é que toda a equipe se reúna diariamente para discutir as atividades desenvolvidas, disseminar conhecimento, identificar impedimentos e priorizar o trabalho daquele dia. Um ponto interessante é que o Scrum propõe que estas reuniões sejam realizadas com os participantes em pé, exatamente para serem rápidas e objetivas.

Sprint Review Meeting

Essa é a reunião que acontece ao final de cada sprint para que a equipe apresente o que foi realizado e os resultados do trabalho daquele ciclo. A ideia é que depois dessa etapa, todos sigam para o próximo ciclo.

Além do planejamento, o Scrum foca muito no acompanhamento constante do projeto. As reuniões são rápidas e frequentes, com a equipe se reunindo o tempo todo para trocar experiências e avaliar o que foi feito, bem como, planejar as próximas atividades.

Mais do que isso, o Scrum bate bastante na tecla da transparência na gestão. Uma das regras mais importantes da metodologia é que todos no projeto saibam o que está sendo feito e que as atividades de cada ciclo sejam mostradas para toda a equipe de forma visual (no geral e diariamente). 

 

Time do SCRUM

Product Owner (PO) 

Product Owner (PO) é o ponto central com poderes de liderança sobre o produto (objeto final do projeto). Ele é o único responsável por decidir o que será feito e em qual a ordem de prioridade.

É responsabilidade do PO comunicar a todos os outros participantes, uma visão clara do que a equipe Scrum está buscando alcançar no projeto. Como tal, ele é responsável pelo sucesso global do projeto.

Para garantir que a equipe construa rapidamente o que o Product Owner precisa, ele deve colaborar ativamente mantendo a filosofia Agile com o Scrum Master e equipe de scrum e deve estar disponível para responder às perguntas tão logo sejam feitas.

  • Gerenciar o Product Backlog 
  • Um por projeto 
  • Facilitador entre Time -> Cliente 
  • Não define como fazer, mas sim o que fazer primeiro

 

Scrum Master

O Scrum Master é responsável por ajudar a todos os envolvidos a entender e abraçar os valores, princípios e práticas do Scrum.

Ela age como uma espécie de coach, executando a liderança do processo e ajudando a equipe Scrum (e o resto da organização) a desenvolver sua própria abordagem do Scrum, que tenha o melhor desempenho, respeitando as particularidades da organização.

O Scrum Master também tem um importante papel de facilitador no desenvolvimento de projetos com Scrum. Ele deve ajudar a equipe a resolver problemas e fazer melhorias no uso do Scrum, sendo o responsável por proteger a equipe contra interferências externas e assumindo um papel de liderança na remoção de impedimentos que possam atrapalhar a produtividade.

Normalmente o Scrum Master não tem autoridade para exercer o controle sobre a equipe, o que o diferencia do papel tradicional do Gerente de Projeto. Para entender o que é Scrum Master de verdade, é só pensar na diferença fundamental: o Scrum Master age como um líder, não como um gerente.

Garante que o time adote o scrum 

  • Garante produtividade e qualidade 
  • Remove impedimentos 
  • Pode ser um desenvolvedor 
  • Não é o gerente

 

Time Scrum

Em projetos tradicionais são criadas várias “castas” com cargos e funções bem delineadas. Na metodologia Scrum é definido o papel do Time de Scrum, que é simplesmente a junção de todas essas pessoas em uma equipe multidisciplinar e são responsáveis pela concepção, construção e testes do produto final do projeto.

A ideia principal é que a equipe se auto gerencie para determinar a melhor maneira de realizar o trabalho para atingir a meta estabelecida pelo Product Owner.

Os times de Scrum geralmente são pequenos (entre 5 e 10 pessoas), mas o scrum pode também ser usado em projetos que exigem equipes muito maiores. No entanto, ao invés de ter uma equipe Scrum com, digamos, 30 pessoas, não concorda que seria melhor ter entre 3 ou mais times, cada um com menos pessoas?

Estima as histórias e tarefas 

  • São interdisciplinares 
  • Compartilham conhecimento
  • São Autogerenciáveis

O Scrum é uma evolução da Gestão Agile, conjunto de práticas definidas e que envolve todo o processo de desenvolvimento de um projeto para que ele seja o mais efetivo possível. Se bem implementado é uma ferramenta que pode alavancar o gerenciamento e a produtividade da sua equipe.

Tudo que você precisa saber sobre o Metaverso!

Muito se falou em metaverso nos últimos tempos, mas de fato o que é isso e como vai afetar o seu negócio no futuro?

A dificuldade de mensurar os impactos a longo prazo de uma tecnologia que ainda não existe é enorme, pra isso, coletar todas as informações sobre isso é a melhor coisa a se fazer, então leia até o final e entenda tudo!

 

Navegue pelo conteúdo 

  • O que é 
  • Como surgiu
  • Como funciona
  • Metaverso x realidade virtual
  • Empresas que apostam 
  • Metaverso no mercado de criptos
  • Como investir
  • O futuro do metaverso

 

O que é

Se imaginarmos uma junção de diversas particularidades de algumas tecnologias como, realidade virtual, vídeo e realidade aumentada, podemos ter uma noção do que é o metaverso. 

Um universo totalmente virtual e imersivo com as pessoas interagindo entre si por meio de avatares digitais. O objetivo é que as pessoas construam suas vidas e relações dentro desse mundo, estudando, trabalhando e fazendo amigos e não apenas observadoras do avanço tecnológico.

Isso tem sido visto como o próximo passo da internet e acompanhando essa evolução as pessoas também enxergam um risco ainda maior do que temos hoje para a privacidade e claro, ainda mais viciante num mundo que não é real. 

 

Como surgiu

Por mais que tenha virado assunto recentemente, o termo metaverso é antigo no mundo e sua criação foi atribuída ao escritor Neal Stephenson em seu livro de ficção científica chamado “Snow Crash”, publicado em 1992. Ele conta a história de Hiro Protagonist, um personagem que na vida real é um entregador de pizza, porém, no mundo virtual intitulado metaverso ele é um samurai.

Atualmente, Neal trabalha como “futurista chefe” da empresa de realidade virtual Magic Leap.

 

Primeiras tentativas de metaverso que surgiram

Em 2003 foi lançado um jogo chamado Second Life, pela empresa Liden Lab e esse é um dos principais exemplos das primeiras tentativas de se criar esse mundo virtual.

O jogo é em um ambiente 3D que simula a vida real, e exatamente como na proposta do 

metaverso, eles podem criar avatares para se comunicarem com os outros jogadores.

Na época o game atraiu milhares de pessoas, porém o projeto não foi capaz de criar uma economia digital em que as pessoas pudessem ganhar dinheiro, fazendo esse mundo ser prioridade para elas, como podemos ver nos dias de hoje.

Além disso, jogos da atualidade tem alguns conceitos parecidos com o do metaverso em seus elementos, como o Roblox, Minecraft e Fortnite, em que neles as pessoas têm seus personagens e se relacionam uns com os outros. Um exemplo recente é que a cantora Ariana Grande fez um show dentro do Fortnite, trazendo o conceito de experiência virtual do metaverso cada vez mais presente.

 

Como funciona

Mark Zuckerberg, em comunicado a imprensa quando foi anunciar sobre a mudança do facebook, explicou um pouco do que será possível fazer nessa nova realidade: “Você será capaz de fazer quase tudo que você possa imaginar — reunir-se com amigos e família, trabalhar, aprender, brincar, fazer compras, criar —, bem como experiências completamente novas que realmente não se encaixam na forma como pensamos sobre computadores ou telefones hoje.”

Horizon Workrooms cria sala de conferências completa para interagir e trabalhar na realidade virtual; plataforma é o primeiro passo na construção do metaverso — Foto: Divulgação/Facebook

Para exemplificar, podemos pensar na vida que temos hoje, no nosso cotidiano, só que virtual, ir ao cinema, trabalhar e até comprar livros através das criptomoedas. Isso só será possível se todas as plataformas forem compatíveis entre si.

 

Metaverso x realidade virtual

Com o surgimento do metaverso, muito se perguntou se não seria a mesma coisa que a realidade virtual, e a resposta é não. 

Isso porque a realidade virtual é o uso de um sistema para criar ambientes capazes de enganar os sentidos humanos, para uma imersão num mundo simulado. Isso faz com que essa tecnologia seja uma parte de extrema importância no metaverso, já que ela quem vai fazer essa passagem para o mundo digital. Mas para o metaverso acontecer ele dependerá de diversas outras tecnologias como criptomoedas e NFTs.

 

Algumas comparações:

  • O metaverso ainda não possui uma real definição e não conseguimos saber qual será sua versão final, diferentemente da realidade virtual que já está consolidada entre nós.
  • A realidade virtual está disponível apenas em dispositivos específicos de realidade aumentada, diferente da proposta do metaverso, que estará disponível em todos que tiverem internet.
  • O metaverso vem com a proposta de facilitar muito mais essa realidade, com um mundo virtual compartilhado através da internet e que não se restringe-se apenas a fones de ouvido.

 

Empresas que apostam 

Nvidia

Anunciou em agosto de 2021 a sua mais nova plataforma onde os profissionais podem trabalhar na construção de metaversos, chamada NVIDIA Omniverse.

Seu objetivo é construir um mundo virtual compartilhado, através da liberdade de designers, engenheiros e demais profissionais, a trabalharem em aplicações de software.

 

Microsoft 

A empresa também lançou uma plataforma em que você pode realizar reuniões com hologramas, além de criar avatares 3D para o Teams.

Seus planos são de trazer uma realidade mista para a vida das pessoas, com espaços 3D interligados para varejo e locais de trabalho.

 

Facebook – Meta

E o mais famoso de todos que muito repercutiu nos ultimos tempos foi a mudança do nome do Facebook para Meta anunciada por Mark Zuckenberg

“Tenho pensado muito sobre nossa identidade e como começaremos esse novo capítulo. O Facebook é um dos produtos mais usados da história no mundo. Hoje, somos vistos como uma empresa de redes sociais. Mas em nosso DNA somos uma empresa que cria tecnologia para conectar pessoas. E o metaverso é a próxima fronteira, tal como as redes sociais eram quando começamos”, disse o Ceo.

“Eu sei que algumas pessoas acreditarão que essa não é a hora de focar no futuro, e quero reconhecer que há questões importantes para serem trabalhadas no presente. Sempre haverá. Por isso, para muitas pessoas não sei se haverá um bom  momento para focar no futuro. Mas também sei que há muitos de vocês que sentem o mesmo que eu”, declarou.

Além da mudança de nome, Zuckerberg apresentou conceitos do metaverso, incluindo recursos sociais, de jogos e para ambiente de trabalho.

 

Metaverso no mercado de criptos

Já existem algumas que são bem conhecidas para a interação e jogos no mundo virtual. Abaixo algumas delas que estão ligadas ao metaverso.

Decentraland (MANA): Igualmente no mundo físico, aqui, é possível se conectar com as pessoas para comercializar coisas como por exemplo, prédios, escritórios, entre outros. 

Enjin Coin (ENJ): Ferramentas para criação de produtos em blockchain e 

NFTs sem taxas, com o ENJ como token nativo. Só em 2021 o projeto quis apoiar as iniciativas do metaverso com um fundo de US $100 milhões.

Multiverse (AI): Já imaginou criar seu próprio mundo? É possível com o multiverse. O token AI serve para a construção desse mundo.

MyNeighborAlice (ALICE): Um game em blockchain, em que os jogadores podem construir ilhas virtuais e coletar itens. Os usuários podem comprar objetos virtuais do ecossistemas e participar de decisões do jogo.

 

Como investir

O especialista em tecnologias emergentes, Thiago Lima, CTO da Semantix – empresa focada em Data Integration, Big Data e A.I -, compartilhou quais são as empresas que já estão lucrando com a tecnologia e como elas estão fazendo isso, confira: 

Mercado de Moda: Valorant

Em um dia o jogo popular na Coreia faturou US$ 7,5 milhões, depois de lançar duas novas skins comemorativas para os usuários. Além disso, a Nike comprou uma empresa que produz NFTs e tênis virtuais como investimento. 

Mercado de Educação: Byju’s

A empresa é uma plataforma de ensino com animações e um estudante de medicina poderá interagir com pacientes de forma remota, pelo metaverso.

O que nos leva a pensar nas infinitas possibilidades de uso para a tecnologia no segmento da educação, desde crianças e jovens.

Mercado de Entretenimento: Ariana Grande

A cantora realizou um show ao vivo dentro do Fortnite em 2021, o que reforça muito mais a conexão entre o mundo real e o virtual. Focando na experiência dos usuários digitalmente. 

 

O futuro do metaverso

Ainda teremos alguns anos pela frente até contemplarmos o metaverso em sua totalidade de funcionalidades. Apesar de ser recente a Bloomberg Intelligence, calculou que esse mercado pode chegar a US $800 bilhões já em 2024.

Além das diversas inovações, muitas pessoas também têm estudado o seu lado negativo no meio disso tudo, com a falta de privacidade e os vícios que esse mundo pode trazer, já que suas mudanças podem impactar tudo ao nosso redor, inclusive o comportamento humano. 

Arquitetura de Software

RESUMO DE INTRODUÇÃO

 

NAVEGUE PELO CONTEÚDO:

  • O QUE É
  • A IMPORTÂNCIA
  • TIPOS DE ARQUITETURA
  • O MERCADO NO BRASIL
  • O ARQUITETO DE SOFTWARE

 

O QUE É

Um Software é desde um aplicativo no celular, até os sistemas que usamos no dia a dia, diversas instruções que existem para serem executadas por um mecanismo. Segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2021, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), O Brasil é o 9º mercado de software no mundo e o maior da América Latina. 

Ele pode ser apresentado de diversas formas e está sempre em estado de mudança, isso porque, vão existir atualizações que trazem novos recursos e funcionalidades e isso traz um rumo evolutivo frequente.

Essa necessidade frequente torna o software sempre propicio a defeitos, o que pode gerar custos, atraso na entrega e uma grande dor de cabeça, trazendo complexibilidade no dia a dia dos profissionais que atuam nessa área exigindo que eles projetem, raciocinem e planejem cada passa através dos componentes de software, isso faz com que seja necessário existir um nível arquitetural para os projetos.

 

Planejamento Arquitetural

Conhecida como Early Design Step pelo fato de ocorrer após a especificação de requisitos, precedendo a fase de design, a etapa de planejamento arquitetural é implantar e representar a partir de um alto nível de abstração. Pode ser definida com um dos passos do ciclo de vida do componente de software, a arquitetura deve prever o funcionamento das suas operações sem apresentar quaisquer erros. 

O projeto com o planejamento deve apresentar eficiência, confiabilidade e tecnologia avançada e precisa ser projetado levando em consideração as suas possíveis falhas, prevendo seus riscos e as soluções que vão precisar ser geradas. A Arquitetura de Software mostra-se como ele deve ser construindo e como se comportar e é o primeiro passo para evitar problemas futuros.

É isso que revela a importância dessas etapas, quando bem executada, as manutenções futuras se tornam mais fáceis e quando se segue um padrão conhecido, ele também pode minimizar custos e riscos, facilitando o gerenciamento do mesmo.

 

A IMPORTÂNCIA DA ARQUITETURA

E qual é o motivo da Arquitetura de Software ser tão importante?

– A arquitetura permite que as pessoas que trabalhem futuramente tomem decisões alternativas referentes ao projeto.

– As notações que descrevem as arquiteturas auxiliam na comunicação entre os membros da equipe, facilitando o trabalho em conjunto.

– Trás uma visão macro para sistemas complexos, capaz de facilitar o entendimento, trazendo a praticidade no dia a dia.

– Utilizar a arquitetura e a complexidade de um sistema, para construir outros a partir do conhecimento adquirido.

Existem diversos estilos de arquitetônicos e as propriedades de cada uma dependem do uso, um exemplo é o uso da notação padrão como a UML que ajuda nos componentes e nas informações do projeto e para que haja um trabalho impecável, o profissional deve-se ter o entendimento dos estilos. 

A incorporação da arquitetura pode trazer algumas características benéficas para o projeto como:

– Ajuda a saber quais são os requisitos funcionais, que englobam o conjunto de funcionalidades do sistema e os não funcionais que determinam as características visíveis ao usuário como desempenho.

– Os componentes oficialmente definidos podem servir para novas aplicações e prover um suporte de reuso para os sistemas.

– Com o planejamento arquitetural você consegue definir um cronograma completo das tarefas em equipe, geração de demanda e custos até o fim do projeto.

 

TIPOS DE ARQUITETURA E PADRÃO ARQUITETURAIS

Layers (camadas)

Padrão mais usado em e-commerces, esses módulos são componentes de software organizados em camadas de funcionalidades, para diferentes serviços.

 

Client-server 

Mais utilizado em aplicativos de bancos e e-mail, esse modelo arquitetural se divide em processos diferentes, e um fica responsável pela manutenção da informação e o outro pela obtenção de dados, com vários módulos. 

 

Model-view-controller (MVC)

Para a facilidade da manutenção do código, que também pode ter reuso em outros projetos, o MVC faz a separação de software em três tipos de camadas independentes:

1 – O modelo para Manipulação da Lógica de Dados;

2 – A visão da Interface do Usuário;

3 – O controlador para fluxo de aplicação.

 

Pipes-and-filters (PF)

Esse padrão usa os componentes computacionais como filtros, que faz a transformação a partir dos algoritmos e fazem com que tenham uma saída para um canal de comunicação, tudo isso, baseado em uma arquitetura linear. 

 

Microservices 

Esse modelo permite escabilidade e independência dos módulos, que podem usar diferentes linguagens. Tem base em seus múltiplos serviços para desenvolver uma estrutura modular.

 

Peer-to-Peer (P2P)

Nesse tipo de arquitetura cada computador é um provedor de serviços independentemente de um servidor central. Isso é possível perceber ao baixar um arquivo no famoso Torrent. 

 

Publish-Subscribe (Pub/Sub)

Talvez o mais conhecido de todos, por vivermos diariamente nesse módulo, é o principal padrão arquitetural de redes sociais como Facebook, Instagram e Spotify. Onde o Publish-Subscribe conecta publicadores (publishers) e assinantes (subscribers), sendo que os publishers enviam mensagens aos subscribers, que instantaneamente são notificados desse conteúdo,

 

Service-Oriented Architecture (SOA)

Como Nubank e Amazon sendo empresas que usam esse modelo arquitetural, ele facilita as suas operações e ajuda na criação do processo de encontrar e gerenciar os serviços.

 

O MERCADO NO BRASIL

Com a necessidade cada vez mais presente de sistemas impecáveis e tecnológicas avançadas no dia a dia, o mercado está extremamente aquecido, por isso, a profissão de arquitetura de software é uma das mais altas nesse período.

Isso já é possível perceber com o levantamento feito pelo Banco Nacional de Empregos (BNE), divulgado pelo portal de notícias G1, o arquiteto de software foi o terceiro cargo que mais teve a média salarial aumentada entre 2020 e 2021 e o aumento foi de 20,20%.

E isso pode ser visto nitidamente no mercado de trabalho brasileiro e estrangeiro. Um exemplo é a Icon Talent, uma empresa de recrutamento e seleção fez o registro que apenas em 2020 teve um aumento de 20% no número de vagas oferecidas por companhias para os profissionais de TI.

Nós sabemos que a tecnologia está presente na nossa vida todos os dias e as vezes passa de maneira imperceptível por nós, mas isso significa que o avanço dela não para e isso faz com que o mercado se torne cada vez mais propenso ao crescimento, não só de faturamento, mas de profissionais e demanda.

O ARQUITETO DE SOFTWARE

O profissional dessa área é responsável por desenvolver a arquitetura de um sistema completo em que inclui um bom planejamento e uma visão impecável do mercado ao qual o sistema vai atuar. Diferentemente dos profissionais de TI, ele precisa criar as soluções eficientes para todos os processos do projeto implementado.

A sua responsabilidade se dá do início ao fim do projeto, com toda a arquitetura do software, a divisão das demandas e principalmente garantir a qualidade, desempenho e resoluções dos possíveis problemas que podem ocorrer antes, durante e depois, sempre com a consciência dos custos e do tempo investido em cada sistema desenvolvido, sabendo otimizar ambos os parâmetros.

Outro requisito extremamente importante é ter uma visão macro e habilidades de liderança e gestão de pessoas, isso porque você vai planejar o sistema, mas existiram diversas pessoas (desenvolvedores) que colocaram isso em prática, por isso, você vai precisar ter um bom relacionamento com a equipe.

Listamos algumas atribuições que esse profissional precisa dentro das companhias, que pode ser uma tarefa não tão fácil:

– Acompanhar a evolução desse mercado e as tendências que vem surgindo;

– Definir estratégias e caminhos para o desenvolvimento do software;

– A partir do padrão estruturado na arquitetura de software, deve-se selecionar ferramentas, programação, códigos e quais as linguagens que vão ser possíveis utilizar no projeto;

– Entender a cultura da empresa em que se trabalha e da empresa em que o serviço está sendo prestado;

– Revisar e testar todas as etapas do projeto.

Atuando em todas as etapas do projeto, ele deve se certificar que ele atenda as expectativas dos clientes e claro ter domínio sobre todas as áreas necessárias para o desenvolvimento.

Outsourcing: Tudo que você precisa saber desse modelo de trabalho

RESUMO DO QUE É OUTSOURCING.

 

NAVEGUE PELO CONTEÚDO:

  • O QUE É
  • OUTSOURCING x INSOURCING
  • VANTAGENS
  • COMO IMPLEMENTAR

 

O QUE É?

O Outsourcing se dá a partir do momento que por uma necessidade percebida dentro da empresa, a mesma contrate uma outra para desempenhar alguma função específica. Foi popularizado nos Estados Unidos no início do século XXI, e é traduzido para algo relacionado a “procurar fora”. Foi reconhecido pela primeira vez em 1989 e se tornou comum ao longo dos anos 1990.

Delegar tarefas ou até mesmo projetos inteiros têm sido uma alternativa promissora para as empresas conseguirem focar seus esforços dentro e fora da equipe. Normalmente o maior índice do mercado para a procura do Outsourcing é na área de tecnologia.

O objetivo do Outsourcing e talvez o segredo do seu sucesso é você contratar profissionais especializados na área que você possui menos know how para garantir o sucesso do seu projeto e potencializar os resultados finais dos setores.

Esse trabalho acontece em conjunto com a empresa e a equipe, preservando a cultura organizacional de ambas, gerando processos mais assertivos e principalmente lucrativos.

Normalmente, as pessoas tendem a confundir o Outsourcing com a Terceirização e ambas são diferentes entre si. A terceirização é a prática de contratar um fornecedor externo para a obtenção de bens e serviços e é mais utilizado em grandes indústrias onde a mão de obra tem um custo alto. 

Já o Outsourcing é usado para qualquer tipo de posição, mas, principalmente, conseguir auxiliar na infraestrutura central e auxiliar nas operações diárias.

As inovações tecnológicas e a criação das startups, essa prática é uma oportunidade para empresas descobrirem novos talentos.

 

OUTSOURCING x INSOURCING

Sendo o oposto do Outsourcing, ele se refere a internalizar tudo que já foi terceirizado em algum momento, deixando de lado a ação de buscar soluções em outras empresas.

Nesse modelo, na maioria das vezes a terceirização acaba se tornando um setor da própria empresa, criando um novo departamento focado na área ou serviço da necessidade atual.

As principais características desses processos são: 

Insourcing

  • Transferência do projeto e demandas de uma empresa de fora para dentro;
  • Um departamento independente e focado em um tipo de serviço ou projeto específico;
  • Investimento em contratação de profissionais qualificados.

Outsourcing

  • Leva para fora um departamento que pode estar causando danos aos resultados da empresa;
  • Redução de custos e preocupações operacionais;
  • Deixar um projeto sob a responsabilidade de outra empresa que seja contratada.

 

VANTAGENS DO OUTSOURCING

Resultados

Quando você escolhe contratar uma empresa para um departamento ou um projeto, você sabe que a empresa é especializada no assunto. Além de não ser utilizado recursos da sua empresa, esse resultado poderá ser cobrado a partir daquilo que foi acordado.

 

Redução de Custos

Às vezes pode não fazer sentido, como que contratar uma empresa pode ser possível reduzir os custos. Acontece que se for algo interno, a empresa terá custos de contratação e treinamento de funcionários. 

Além de monitorar e delegar as demandas e cobrar resultados eficientes internamente.

 

Foco no cliente

A empresa contratada obviamente vai ter um foco em seu projeto e no sucesso dele maior que talvez você poderia dar, tendo que cuidar de diversas áreas ao mesmo tempo. Por isso, saber que possui pessoas empenhadas que se preocupem com você é importante. 

 

Aumento da produtividade

Essa é uma vantagem para ambas as funcionalidades, tanto para o projeto quanto para sua equipe externa. 

Isso porque a produtividade do projeto externo vai acontecer por profissionais qualificados e não dependerá dos seus esforços, já internamente sua equipe vai poder ser produtiva nas outras áreas necessárias.

 

Redução de riscos

Qualquer circunstância que pode ser gerada a partir do resultado de erros que aconteceram por conta de falta de tempo ou de experiência poderá ser evitada com profissionais qualificados, empenhados na sua demanda.

 

COMO IMPLEMENTAR

Na CreativeCode existem três tipos de outsourcing que você pode contratar, descubra qual é o ideal para aquilo que você precisa.

Nossos serviços de outsourcing contam com um processo de excelência e acompanhamento interno que garante a qualidade para o cliente.

  • Relatório de entregáveis e horas;
  • Acompanhamento do tech lead;
  • Acompanhamento do Product Owner;
  • Reuniões de alinhamento e overview.

 

Outsourcing One – Contrate um desenvolvedor

Contrate um profissional de desenvolvimento e projetos especializado para alavancar os resultados da sua empresa.

 

Outsourcing Team – Contrate uma equipe completa

Oferecemos uma equipe de desenvolvimento e projetos direcionada a entrega dos objetivos que a sua empresa busca.

 

Outsourcing On Demand – Contrate horas

Aqui na CreativeCode você pode contratar um pacote de horas e usá-lo entre especialidades diferentes de acordo com sua necessidade.